Brasil cresce 3%, e cria um milhão e meio de trabalho por ano, porém seu padrão conectado ao ‘tijolo’ e o turismo condenação ao novo emprego da temporalidade. A história da economia portuguesa nos últimos 40 anos, o que mostra que os governantes só se lembram das grandes reformas em momentos de recessão. A primeira delas teria que dirigir-se a reduzir a alta temporalidade que vem caracterizar o mercado de serviço português desde os anos oitenta e que nos levou a liderar essa taxa na Europa nos últimos anos. Em numerosas ocasiões, a alta temporalidade laboral espanhola, está relacionada a que a economia depende em exagero do setor turístico.

contudo, na opinião do responsável de Análise Macroeconômica do BBVA, Rafael Doménech, isto não é desculpa. “A sazonalidade dos hotéis está acordada. Não tem sentido começar, todos os anos, de zero nas contratações no momento em que se pode iniciar uma conexão de perpetuidade indefinida, o trabalhador com um contrato atrativo para as corporações”, confessa. Com uma taxa de desemprego de 18,75%, também é urgente reformar os Serviços Públicos de Emprego.

“Surpreende que uma restrição que se localizam as organizações que querem contratar seja, que não dão com os perfis adequados. Isso se precisa a um duplo defeito: a formação e a assimetria da informação. Os Serviços Públicos de Emprego estão esmagados, entretanto as recentes tecnologias e o big data necessitam se colocar a serviço do mercado de trabalho”, diz Doménech.

Por último, ajustar o quadro legislativo pra economia digital é uma tarefa inevitável pra que Portugal possa competir em um mercado global. “A lei laboral espanhola está pensada para a organização convencional de séculos passados. Se está mudando a maneira de trabalhar e neste instante temos outras organizações que devem de novos pontos de trabalho. Há que dar cobertura bacana ao teletrabalho, a maleabilidade de horário, as algumas corporações que nasceram com um paradigma de economia digital, em que o trabalhador, algumas vezes, é autônomo ou trabalha por projetos.

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E não há que esquecer a conciliação da existência familiar que cada vez reclamam mais trabalhadores”, reflete Sagardoy. Nada mais arrancar da atual legislatura, PP e PSOE chegaram a um incomum acordo pra aumentar o Salário Mínimo Interprofissional (SMI) pela primeira vez em trinta anos. O aumento dos lucros empresariais e a precaridade laboral salarial foi aberto o debate sobre o assunto se é hora de ampliar o salário aos trabalhadores.

“Os aumentos salariais são um sintoma da saúde da economia. Mas elas têm que meditar em um acrescentamento da produtividade. Nem todos os setores são iguais. Mas as organizações que estão gerando emprego e sejam produtivas, precisam encaixar os salários”, segundo Doménech.

Doménech propôs à Comissão pro Pacto de Toledo duas medidas urgentes. A primeira, de cariz mais político, seria a cuidar a pensão mínima pra proporcionar o poder de compra dos pensionistas do futuro. A segunda seria absorver no sistema de pensões, um modelo de contas individuais que se nutra de contribuições de trabalhadores e corporações, no entanto de gestão pública.